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Quando os planos falham: 5 passos para lidar com a frustração

Tempo de Leitura 3 minutos

Tinhas um plano, uma data, uma meta, uma imagem clara de como tudo ia acontecer.
E depois… não aconteceu.
Os planos falham, e ficas com a sensação de falhar também.

É frustrante, e é humano!

O imprevisível faz parte da vida, e por mais que queiramos controlar tudo, a realidade insiste em lembrar-nos que não temos esse poder. Mas temos outro: o de escolher como lidamos com isso. Quando aprendes a lidar com o imprevisto, ganhas flexibilidade emocional e evitas que a autocrítica te bloqueie.

 

Porque dói tanto quando as coisas não correm como esperavas?

O nosso cérebro adora previsibilidade. Ela dá-nos segurança e uma sensação de controlo. Por isso temos tanta resistência à mudança, ainda que seja uma boa mudança! Quando um plano falha, o que desaba não é só o resultado: é também a história que te contavas sobre como as coisas deviam ter sido.

Por isso, o primeiro passo é reconhecer que não é o fracasso que dói, mas sim o desapontamento com a expectativa.

 

5 estratégias para quando nada corre como planeado

 

Não há fórmulas mágicas, mas há caminhos possíveis. Aqui ficam cinco ideias para te ancorar:

 

1. Encara a realidade
Não vale a pena lutar contra o que já aconteceu. Valida o que sentes – seja raiva, tristeza ou medo – e segue em frente.

 

2. Usa as emoções como bússola
Segundo Brené Brown, ignorar as emoções não as faz desaparecer, só as torna mais barulhentas. O que acontece quando queres falar com alguém e a pessoa te ignora? Provavelmente, falas mais alto. É o que acontece com as emoções que ignoras. Ouve o que sentes. O desconforto também traz mensagens importantes.

 

3. Foca-te no teu porquê
Nem sempre vais à velocidade que querias, nem sempre tudo corre como queres, mas o que te move continua lá, independentemente da velocidade a que vais. Resgata o sentido das tuas escolhas, isto vai ajudar-te a manter o foco.

 

4. Baby steps
Quando tudo parece grande demais, pensa no próximo minuto, na próxima ação, na próxima decisão. Desta forma, vais recuperar alguma sensação de controlo.

 

5. Cria uma rede de apoio
Pedir ajuda não é sinal de fraqueza, mas sim um recurso útil que deve ser ativado sempre que for preciso. Cultiva relações que te lembrem quem és quando tu te esqueceres.

 

A vida troca-nos as voltas. Sempre trocou e sempre vai trocar. A diferença está em como te posicionas: com controlo total (spoiler: impossível) ou com flexibilidade e presença.

 

Um lembrete importante: tu não és aquilo que te acontece, és o que escolhes fazer com isso.

📚 Fontes:

Academia Transformar

American Psychological Association

Harvard Business Review 

American Psychological Association (APA)

Nicabm

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